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patologia
Biologia. s. f. Ramo da biologia que estuda as doenças dos animais e das plantas, assim como as causas que as determinam. A parte da patologia que se refere à espécie humana faz parte da medicina, enquanto as patologias vegetal e animal se estabelecem como disciplinas autônomas.
Fitopatologia. A patologia vegetal ou fitopatologia estuda as doenças das plantas. O estudo de cada processo patológico divide-se em sintomatologia, biologia, patogênese, epidemiologia, profilaxia e terapia. De acordo com as suas causas, as doenças das plantas podem classificar-se como de origem parasitária e produzidas por fatores ambientais. Estas últimas são devidas principalmente à meteorologia, a descompensações nutricionais e à presença de substâncias tóxicas no meio ambiente. Todos estes fatores incidem negativamente no desenvolvimento, vitalidade e longevidade das plantas afetadas, que manifestam sinais aparentes de alteração (amarelecimento, necrose, intumescência, queda das folhas e murchidão), com consequências mais ou menos graves para a produção e que favorecem, frequentemente, o aparecimento de doenças parasitárias. Estas, na sua maioria, são produzidas pela ação de parasitas microscópicos, como bactérias e vírus, mas sobretudo por fungos, que são os que provocam carvões, podridão, oídios e míldios.
Medicina. De um ponto de vista fundamentalmente didático, a patologia humana divide-se em diferentes ramos, mas no seu conjunto constituem um todo. Desta forma, fala-se de patologia celular, que estuda as alterações morfológicas e funcionais das células, como ponto de partida de todos os processos patológicos; de patologia geral, que estuda as alterações patológicas fundamentais (inflamações, degenerescências e outros fenômenos que são a base dos quadros clínicos) e as reações que estas provocam no organismo; patologia especial, que estuda os mecanismos etiopatogênicos (patogenia) e as manifestações patológicas dos órgãos e aparelhos em separado, quer o seu tratamento requeira intervenções cirúrgicas (patologia cirúrgica) quer métodos terapêuticos incruentos (patologia médica); e, por último, de patologia experimental, que estuda as doenças produzidas de forma artificial e intencional, para assim se obterem conhecimentos aplicáveis às doenças que ocorrem de forma natural e espontânea.

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