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EV
Macedônia, República da
Republika Makedonija
 Forma de governorepública
 Superfície25.713 km²
 Localidade2.061.044 habitantes (macedônio, a)
 CapitalSkopje (467.257 hab.)
 Principais cidades Kisela Voda (125.379 hab.)
Kumanovo (103.205 hab.)
Bitola (86.408 hab.)
Centar (82.604 hab.)
Prilep (73.351 hab.)
 
Mais dados
Estado da península dos Balcãs. Limitado ao N pela Sérvia, ao E pela Bulgária, ao S pela Grécia e ao O pela Albânia. Com uma superfície de 25.713 km² e uma população de 2.061.044 habitantes, o país é dividido em 30 distritos. Capital: Skopje. Língua oficial: macedônio. A religião mais difundida écristã ortodoxa.
GeografiaO país, fundamentalmente montanhoso, perde altitude no centro, sendo atravessado pelo rio Vardar do N ao S, e no extremo SO, onde se encontram os lagos de Ohrid e Prespa. O clima é continental e há vegetação de bosque nas zonas montanhosas.A população apresenta um ritmo moderado de crescimento dadas as elevadas taxas de natalidade e mortalidade. Mais da metade da população é urbana, e as cidades mais importantes são Skopje, Kisela Voda, Kumanovo e Bitola.Suas principais atividades econômicas são: a agropecuária (cereais, batata, tabaco, beterraba, algodão e cânhamo), mineração (linhito, ferro, cromita, magnesita, cobre, chumbo e zinco), indústria (em grande parte obsoleta) alimentícia (açucareira), têxtil, siderúrgica, metalúrgica, de tabaco, de cimento e de papel. A Macedônia, sem saída direta para o mar, conta com uma rede viária escassa, cujo ponto fundamental é a capital, Skopje. Possui aeroportos em Skopje e Ohrid. As trocas comerciais realizam-se principalmente com Alemanha, Sérvia, Montenegro e Itália. Exportam-se produtos alimentícios, bebidas, tabaco, maquinaria, e importa-se maquinaria, produtos químicos e combustíveis. A balança comercial era positiva em fins do séc. XX.
HistóriaPor volta de 700 a.C., o Norte da Tessália foi ocupado pelos macedônios. Com o rei Filipe II (359-336 a.C.), a Macedônia impôs a hegemonia na Grécia. Após ter arrebatado aos persas as cidades gregas da Ásia Menor, Alexandre Magno (336-323 a.C.) lançou-se à conquista do Império Aquemênida. Construiu um enorme império e fundou numerosas cidades difundindo a cultura grega até o Punjab ou Sogdiana. Morto Alexandre, os seus generais (os escolarcas) dividiram entre eles o Império nos reinos helenísticos. Antígono I e seus sucessores reinaram na Macedônia até a conquista romana (168 a.C.).Dividido o Império Romano à morte de Teodósio (395), o território, dentro do Império Romano do Oriente (o Império Bizantino), foi invadido por godos, hunos e ávaros, sem se fixarem nele. A partir do séc. VIII, grandes contingentes de eslavos instalaram-se na Macedônia. No séc. XIII, a decomposição de Bizâncio permitiu que o reino da Grande Bulgária a anexasse. Em 1335, Estêvão da Sérvia ocupou o Norte da Macedônia. Contudo, após a batalha de Kosovo (1389), os sérvios tiveram de reconhecer a soberania do Império Otomano, no qual se integraram em 1459. Desaparecido o Império Otomano, sérvios e gregos, vitoriosos nas guerras balcânicas (1912-1913), dividiram o país, anexando os sérvios o centro e o Norte do território (a Macedônia eslava) e obtendo os gregos a Macedônia costeira.Em 8 de setembro de 1991, os macedônios votaram a secessão e, um ano depois, as tropas iugoslavas abandonaram a Macedônia. Em 1993, o país foi admitido na ONU. As eleições de 1994 deram a vitória à Aliança para a Macedônia, do ex-dirigente comunista e presidente da República K. Gligorov. Formou um governo de coligação entre sociais-democratas, liberais e os albaneses do Partido da Prosperidade Democrática (SDSM), dirigido por B. Crvenkovski. Em 1995, Gligorov, que sofrera um atentado, foi substituído por S. Andov. Em 1998, a coligação no Governo perdeu as eleições perante a aliança liderada por L. Georgievski. Em novembro de 2002, o SDSM recuperou o poder e foi novamente nomeado primeiro-ministro B. Crvenkovski. Em fevereiro de 2004, o presidente Trajkovski morreu em um acidente aéreo, e dois meses depois celebrou-se a primeira volta das eleições presidenciais que deviam eleger o sucessor. O vencedor foi Cruenkovski que, um mês mais tarde, enfrentou S. Kedev no segundo turno, no qual obteve a maioria dos votos. Nas eleições parlamentares de julho de 2006, a oposição conservadora do UMRO-DPMNE proclamou-se vencedora, fazendo com que o candidato N. Gruevski fosse nomeado primeiro-ministro. Em 2008, a saída da coligação do governo do Partido Democrático dos Albaneses (PDA) conduziu à convocatória de eleições parlamentárias antecipadas, nas quais VMRO-DPMNE obteve uma ampla maioria. Em abril de 2009, o candidato da coalizão governista Giorgi Ivanov se impôs nas eleições presidenciais.

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