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EV
Eslovênia
Republika Slovenija
 Forma de governorepública
 Superfície20.273 km²
 Localidade2.058.821 habitantes (esloveno, a)
 CapitalLiubliana (326.826 hab.)
 Principais cidades Maribor (114.891 hab.)
Celje (63.390 hab.)
Kranj (51.805 hab.)
Koper (48.251 hab.)
 
Mais dados
Estado da Europa Central. Limitado ao N pela Áustria; ao NE, pela Hungria; ao SE e ao S, pela Croácia e ao O, pela Itália. É banhado em uma pequena parte, ao O, pelo mar Adriático, no golfo de Trieste. Com uma superfície de 20.273 km² e uma população de 2.058.821 habitantes, o país divide-se em 12 regiões. Capital: Liubliana. Língua oficial: esloveno. A religião mais difundida écatólica.

Estrutura administrativa de Eslovênia

Regiões estatísticas

Superfície (km2)

População

Gorenjska

2.137

196.716

Goriaka

2.326

120.145

Jugovzhodna Slovenija

2.685

137.954

Koroaka

1.040

74.077

Notranjsko-kraaka

1.456

50.517

Obalno-kraaka

1.045

103.702

Osrednjeslovenska

2.545

489.676

Podravska

2.170

319.694

Pomurska

1.369

124.761

Savinjska

2.352

256.834

Spodnjeposavska

885

69.831

Zasavska

264

46.365


GeografiaO território esloveno encontra-se no extremo SE da cadeia alpina. Ao N, estendem-se os montes Karawanken, os Kaminske in Savinjske Alpe e o Pohorje e ao O, elevam-se os relevos dos Alpes Julianos. Principais rios: Sava, Drava e Mur. Clima de tipo continental úmido, com invernos frios, verões quentes e abundante precipitação.O crescimento da população é de -0,1%, com uma taxa de natalidade de 9 % e uma mortalidade de 9,3 %. Com uma densidade de população de 99 hab./km2, as principais concentrações urbanas são Liubliana e Maribor. Os eslovenos representam 83,1 % da população, seguidos de croatas, sérvios, muçulmanos bósnios, húngaros, albaneses e italianos.Após a independência (1991), a economia eslovena integrou-se com rapidez no sistema capitalista e atualmente está em fase de crescimento. O setor agrícola ocupa 9,8 % da população ativa; e há produção de beterraba açucareira, cereais (milho e trigo), batata, uva, maçã e legumes. Pecuária (suínos e bovinos). Avicultura. Exploração florestal. Extração de linhito e em menor quantidade gás natural, carvão, petróleo e urânio. Indústria química, metalúrgica, siderúrgica, mecânica, do papel, têxtil e alimentícia. Koper é o principal porto do país, no golfo de Trieste. Aeroportos em Liubliana e Maribor. A balança comercial é deficitária; as trocas comerciais realizam-se com a Alemanha, Itália, França, Áustria e Croácia. Há exportação de maquinaria e material de transporte, produtos manufaturados, químicos e alimentícios e importação de maquinaria e material de transporte, produtos manufaturados, alimentícios e combustíveis.
HistóriaPovoada antigamente por ilírios e celtas e conquistada pelos romanos no séc. I a.C., a região toma o nome do grupo eslavo dos eslovenos que, no séc. VI d.C., se estabeleceu nela, após serem expulsos da Panônia pelos ávaros, ocuparam zonas da atual Áustria e do Friuli (sécs. VII-IX). Após a conquista dos francos (788), a região foi cristianizada. No séc. X, foi invadida pelos magiares e, em 1335, foi anexada pelo reino da Áustria. Os eslovenos da Ístria e do Friuli estiveram dominados por Veneza até que o Império dos Habsburgo controlou toda a Eslovênia, integrada na Cisleitânia. No fim da I Guerra Mundial, a Eslovênia uniu-se ao reino da Sérvia e Montenegro (1918), chamado posteriormente Iugoslávia. Durante a II Guerra Mundial, o reino iugoslavo foi dissolvido e a Eslovênia repartida entre a Alemanha, a Itália e a Hungria (1941). Finalizada a guerra, recuperou os seus territórios e tornou-se membro da República Federal da Iugoslávia (1946). Foi uma das repúblicas iugoslavas mais prósperas, mas, especialmente a partir da morte de Tito (1980), teve de enfrentar as tendências hegemônicas dos sérvios dentro da federação. Em 1990, celebraram-se na Eslovênia eleições livres, com a coligação de centro-direita DEMOS como vencedora e foi eleito presidente da República Milan Kucan. Em junho de 1991, após um referendo em que os eslovenos votaram a favor da separação, proclamou-se o Estado independente. Graças à escassa presença de população sérvia no seu território, manteve-se praticamente à margem das guerras que resultaram na desintegração da República Federal da Iugoslávia na década de 1990. Em 1992, a Eslovênia foi admitida na ONU e foi aprovada uma nova constituição democrática; celebraram-se eleições legislativas e presidenciais: as primeiras deram a vitória ao Partido Liberal Democrático (LDS), que formou governo com Janez Drnovsek como primeiro-ministro; nas segundas, Kucan revalidou o cargo. O LDS confirmou a sua liderança nos comícios de 1996 e Drnovsek formou um governo de coligação com o Partido Popular Esloveno (SLS). Em 1997, Kucan foi reeleito presidente para um segundo e último mandato quinquenal. Em 2000, o resultado das eleições legislativas permitiu a Drnovsek voltar a presidir o Governo. No final de 2002, foi eleito presidente da República e foi substituído no cargo de primeiro-ministro por Anton Rop. Objetivos prioritários da política eslovena são a integração na UE e na OTAN e a privatização de bancos e companhias estatais de serviços. Em abril de 2003 assinou em Atenas o tratado de adesão à UE como membro de pleno direito que se fez efetivo em maio de 2004, dois meses depois da entrada da Eslovênia na OTAN. O Parlamento esloveno ratificou em 2005 a Constituição Europeia. Em janeiro de 2007 o euro substituiu o tolar como moeda oficial do país, motivo pelo qual a Eslovênia se converteu no décimo terceiro país da Eurozona. Em novembro, o diplomata Danilo Türk venceu as eleições presidenciais com o apoio dos partidos de centro-esquerda e sucedeu Drnovsek como presidente do país. Nas eleições legislativas de 2008, os socialdemocratas conseguiram uma ajustada vitória ao obter 29 deputados frente aos 28 do conservador Partido Democrático da Eslovênia (SDS) do primeiro-ministro Janez Janša. Em janeiro de 2008 o país assumiu a presidência rotativa da União Europeia. Entre as prioridades da presidência destacaram-se a solução do conflito do Kosovo, cuja independência foi reconhecida em março pela Eslovênia, e a ratificação do Tratado de Lisboa, que em junho havia sido paralisada por conta da recusa irlandesa, em referendo. Em março entrou em vigor na Eslovênia o espaço Schengen, que permitiu a livre circulação de cidadãos eslovenos por toda a União Europeia. Nas eleições legislativas de setembro, os sociais-democratas obtiveram a vitória frente aos conservadores, ainda que a estreita margem de diferença, de 30,5% para 29,3%, respectivamente, tenha obrigado os primeiros a buscar alianças com outros partidos do Parlamento para formar um novo governo. Em novembro, o social-democrata Borut Pahor foi eleito primeiro-ministro. Em junho de 2009 as negociações entre Eslovênia e Croácia sobre o litígio fronteiriço da baía de Pirán foram fracassadas, o que motivou o bloqueio do governo eslovênio às negociações de Zagreb para entrar na União Europeia. O acordo logrado em 15 de setembro do mesmo ano, na capital croata, entre Pahor e a primeira-ministra Jadranka Kosor resolveu o impasse. Em junho, as eleições para o parlamento europeu foram vencidas pela oposição conservadora do ex-primeiro-ministro Janez Jana, com 26,92% dos votos e dos assentos no parlamento. Nas eleições legislativas de dezembro de 2011, um novo partido de esquerda, o Eslovênia Positiva, foi a força mais votada com 28,5% dos votos, seguido pelo partido conservador Partido Democrata da Eslovênia, com 26,2%. De qualquer maneira, o Eslovênia Positiva não conseguiu maioria parlamentar para formar um governo, e Janez Jana foi nomeado primeiro-ministro, chefiando um governo de coalizão de centro-direita. Em janeiro de 2008 o país assumiu a presidência rotativa da União Europeia. Entre as prioridades da presidência destacaram-se a solução do conflito do Kosovo, cuja independência foi reconhecida em março pela Eslovênia, e a ratificação do Tratado de Lisboa, que em junho havia sido paralisada por conta da recusa irlandesa, em referendo. Em março entrou em vigor na Eslovênia o espaço Schengen, que permitiu a livre circulação de cidadãos eslovenos por toda a União Europeia. Nas eleições legislativas de setembro, os sociais-democratas obtiveram a vitória frente aos conservadores, ainda que a estreita margem de diferença, de 30,5% para 29,3%, respectivamente, tenha obrigado os primeiros a buscar alianças com outros partidos do Parlamento para formar um novo governo. Em novembro, o social-democrata Borut Pahor foi eleito primeiro-ministro. Em junho de 2009 as negociações entre Eslovênia e Croácia sobre o litígio fronteiriço da baía de Pirán foram fracassadas, o que motivou o bloqueio do governo eslovênio às negociações de Zagreb para entrar na União Europeia. O acordo logrado em 15 de setembro do mesmo ano, na capital croata, entre Pahor e a primeira-ministra Jadranka Kosor resolveu o impasse. Em junho, as eleições para o parlamento europeu foram vencidas pela oposição conservadora do ex-primeiro-ministro Janez Jana, com 26,92% dos votos e dos assentos no parlamento. Nas eleições legislativas de dezembro de 2011, um novo partido de esquerda, o Eslovênia Positiva, foi a força mais votada com 28,5% dos votos, seguido pelo partido conservador Partido Democrata da Eslovênia, com 26,2%. De qualquer maneira, o Eslovênia Positiva não conseguiu maioria parlamentar para formar um governo, e Janez Jana foi nomeado primeiro-ministro, chefiando um governo de coalizão de centro-direita.
O presidente da Eslovênia, Janez Drnovsek (esquerda), e o primeiro-ministro, Anton Rop, durante a assinatura do tratado para a integração na União Europeia, 2003, Atenas

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