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EV
Eslováquia
Slovenská Republika
 Forma de governorepública
 Superfície49.035 km²
 Localidade5.410.836 habitantes (eslovaco, a)
 CapitalBratislava (428.800 hab.)
 Principais cidades Košice (233.600 hab.)
Prešov (92.300 hab.)
Nitra (87.200 hab.)
Žilina (84.700 hab.)
 
Mais dados
Estado da Europa Central. Limitado ao N pela Polônia; ao E, pela Ucrânia; ao S, pela Hungria; ao SO, pela Áustria e ao NO, pela República Tcheca. Com uma superfície de 49.035 km² e uma população de 5.410.836 habitantes, o país divide-se em 8 regiões. Capital: Bratislava. Língua oficial: eslovaco. A religião mais difundida écatólica.

Estrutura administrativa da Eslováquia

Regiões

Superfície (km2)

População

Capital

População

Banskobystrický Kraj

9.455

662.121

Banská Bystrica

82.400

Bratislava

2.053

599.015

Bratislava

428.800

Košický Kraj

6.753

766.012

Košice

233.600

Nitrianský Kraj

6.343

713.422

Nitra

87.200

Prešovský Kraj

8.993

789.968

Prešov

92.300

Trenčianský Kraj

4.501

605.582

Trenčín

57.300

Trnavský Kraj

4.148

551.003

Trnava

70.500

Zilinský Kraj

6.788

692.332

Zilina

84.700


GeografiaNo território eslovaco, elevam-se os montes Tatra (pico Gerlachovský, 2.655 m), os Cárpatos Brancos, os Pequenos Cárpatos e os montes Metalíferos da Eslováquia. Os maiores rios são o Danúbio, Morava, Vah e Hornad. O clima é de tipo continental úmido, com Invernos frios, Verões quentes e precipitação elevada nas áreas montanhosas.O crescimento demográfico anual é de 0,1 %, com uma taxa de natalidade de 10 ‰ e uma mortalidade de 9,6 ‰. A densidade da população é de 110 hab./km2 e os maiores centros urbanos são Bratislava e Košice. Sobressai entre a população uma importante minoria húngara (9,7 % do total).As principais produções agrícolas são beterraba açucareira, milho, cevada, batata, colza e sementes de girassol. Entre suas atividades econômicas, nota-se a presença da pecuária suína, bovina e ovina; além da exploração florestal. O país possui modestas jazidas de minério de ferro, ouro, linhito, cobre e zinco e os escassos recursos energéticos são o carvão, o petróleo e o gás natural. Importância no setor industrial, onde se encontra a existência das indústrias siderúrgica (aço), metalúrgica (alumínio), química, mecânica, eletrônica, alimentícia, têxtil, da borracha, do cimento, do papel e do tabaco. Principais aeroportos: Bratislava, Košice e Poprad. A balança comercial é negativa: importação e exportação incluem maquinaria, material de transporte, produtos manufaturados, derivados do petróleo e químicos. Principais parceiros comerciais: Alemanha, República Tcheca, Rússia, Áustria e Itália.
Eslováquia A Catedral de São Martinho, em Bratislava
HistóriaApós a passagem de ilírios, celtas e sármatas, a região era habitada por tribos germanas quando da invasão romana entre os sécs. I e III. Os eslovacos chegaram à zona no séc. VI e fizeram parte do reino de Samo no séc. VII. O primeiro príncipe conhecido foi Pribina, que estabeleceu a corte em Nitra. Em 830, foi derrubado por Mojmir, que uniu a região à Grande Morávia. Após a cristianização, os magiares invadiram o território da Grande Morávia e submeteram a população a princípios do séc. XI. Estêvão I, rei da Hungria, fundou várias cidades com colonos alemães, que aumentaram com o reinado de Luís o Grande (1342-1382). Após a derrota húngara de Mohács frente aos turcos (1526), um Habsburgo, Fernando I, assumiu a herança da coroa húngara. Em meados do séc. XVI, propagou-se o movimento reformista e com ele a língua tcheca, até a Contrarreforma (séc. XVII). No final do século, reconstituiu-se o reino da Hungria, com a Eslováquia como província secundária. Na Assembleia de Budapest (1847), os eslovacos exigiram o reconhecimento dos seus direitos nacionais, mas o Governo húngaro foi intransigente. Após a união do Império da Áustria com o reino da Hungria, a Eslováquia foi integrada na Transleitânia. No final do séc. XIX, o sacerdote A. Hlinka fundou um partido popular nacionalista eslovaco marcadamente clerical, que contatou com os seus vizinhos tchecos. O final da I Guerra Mundial e a derrota do Império Austro-Húngaro permitiram o desenvolvimento de um Congresso Nacional Eslovaco (outubro, 1918) que concordou na formação de um Estado comum, tcheco e eslovaco. A Eslováquia seguiu durante vinte anos o destino da recém-criada República Tchecoslováquia. Durante as negociações de Munique (1938), os separatistas formaram um governo autônomo com o sucessor de Hlinka, monsenhor J. Tiso, como primeiro-ministro. Em 14 de março de 1939, com apoio de Hitler, proclamaram um estado eslovaco independente que se situou na órbita da Alemanha nazista. O Exército Vermelho ocupou o país em abril de 1945 e reunificou a Tchecoslováquia sob um regime comunista, que concedeu uma autonomia aos eslovacos. Após a Primavera de Praga (1968), promulgou-se o Estado federal que implicou a instauração de um Governo e um Parlamento eslovacos em Bratislava (1969). Ao desintegrar-se o bloco comunista, celebraram-se eleições livres na Tchecoslováquia e os eslovacos apoiaram maioritariamente o Movimento por uma Eslováquia Democrática (HZDS), partidário da divisão da República em dois Estados, fato que se verificou a 1 de janeiro de 1993. O novo Governo, encabeçado por Vladimir Meciar, do HZDS, teve de enfrentar as reivindicações autônomas da importante minoria húngara e uma crise institucional derivada dos desacordos entre Meciar e o presidente da República, Michal Kovac, e no seio do partido do Governo sobre as reformas econômicas necessárias para a adaptação ao capitalismo. Nas eleições de 1994, o HZDS revalidou a sua maioria. Reforçado, Meciar tentou que o Parlamento destituísse o chefe de Estado (maio, 1995). O fim do mandato de Kovac (janeiro, 1998) deixou o cargo vago. Meciar anulou, em março, a celebração de um referendo sobre a eleição direta do presidente e cederam-se os poderes presidenciais ao Governo até às eleições legislativas. Nesse ano, Mikulas Dzurinda criou a Coligação Democrática Eslovaca (SDK), composta por cinco partidos políticos unidos para opor-se ao primeiro-ministro Meciar. Nas eleições gerais de setembro, a SDK saiu vencedora. Quando chegou ao poder, Dzurinda manifestou as suas aspirações ocidentalistas, ampliou os direitos das minorias nacionais, iniciou a abertura ao investimento estrangeiro, a privatização da banca e uma emenda constitucional para a eleição presidencial por sufrágio direto. O candidato da coligação governante, Rudolf Schuster, impôs-se a Meciar nas eleições presidenciais diretas que tiveram lugar em maio de 1999. Nas eleições legislativas de 2002, Meciar venceu, mas não pôde evitar que a coligação centro-direita deixasse o governo. Em dezembro, os chefes de governo da UE anunciaram em Helsinki a aceitação da candidatura da Eslováquia para entrada na União Europeia. Em abril de 2003, foi assinado em Atenas o tratado da adesão como membro de pleno direito que se fez efetivo em maio de 2004. Além disso, no mesmo ano a Eslováquia foi nomeada novo membro da OTAN. Nas eleições presidenciais de 2004, a vitória foi para a candidatura liderada pelo nacionalista I. Gasparovic. Em maio de 2006 aprovou a Constituição Europeia por via parlamentária. Nas eleições legislativas de junho de 2006, os democratas-cristãos do primeiro-ministro, no Governo desde 1998, ficaram em segundo lugar atrás do Smer, partido criado recentemente e de orientação socialdemocrata. No entanto, o Smer não alcançou a maioria absoluta e o seu candidato, Robert Fico, teve dificuldades para formar o Governo. No final de dezembro de 2007, a Eslováquia passou a pertencer ao espaço Schengen, que permite a livre circulação de pessoas e mercadorias entre os membros da União Europeia (UE). Em janeiro de 2009, o país incorporou-se à Eurozona e o euro substituiu a corona como moeda oficial. Nas eleições presidenciais de abril de 2009, o presidente I. Gasparovic, que contou com o apoio dos partidos da situação Smer e Partido Nacional Eslovaco, obteve a reeleição com 55,5 % dos votos.
Eslováquia O primeiro-ministro Mikulas Dzurinda a votar no referendo sobre a adesão à União Europeia, 2003

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